O filho do homem não veio para ser servido mas sim para servir. Jesus se deu em uma cruz para os vivos e falecidos. Nós caminhamos para a vida eterna, para o céu. Caminhamos em um mundo cheio de perguntas para o céu, cheio de respostas.

Precisamos rezar para os nossos membros falecidos por que mesmo não estando mais ao nosso lado, eles não deixaram de ser nossos familiares.

O tempo de Deus é um eterno presente, enquanto para nós é estranho rezarmos para alguém falecido a mais de 100 anos, para Deus essa oração é presente, é atual. Deus acolhe essa oração sempre por que Deus não tem relógio, o tempo físico é presente somente aqui na terra. Precisamos entregar sempre os nossos familiares falecidos.

Devemos entregar nossos familiares que por algum motivo não tiveram uma morte serena ou que por algum motivo deixou alguma marca ruim aqui na terra. São diversos os testemunhos de cura relacionados à árvore genealógica. Estar bem, tratar bem e rezar bem faz com que alcancemos a cada vez mais a sobreposição da graça em nossos pecados.

Assumir os familiares falecidos é importante e necessário para a cura de gerações. Crianças falecidas a partir de abortos também precisam ser contabilizados como membros de nossa família pois são vidas que estão a lado do Senhor. Crianças são puras e estão ao lado de Jesus vivendo o bem e olhando por nós.

Não podemos reter conosco sentimentos de tristeza e opressão, precisamos ser curados do trauma de morte, porém precisamos estar de mãos abertas para entregar nossos falecidos a Deus. Chorar é necessário e significa força, as lagrimas são forma de louvar a Deus e simboliza ainda que essa pessoa é importante para você. Precisamos liberar nossos sentimentos através de um choro consciente porém não podemos segurar esse sentimento de perda para nós e sofrermos por esses motivos.

“Lembrai-vos daqueles que morreram na esperança da ressurreição (nós cristãos) e a todos os que partiram dessa vida (aqueles que não acreditam na ressurreição) acolhei-vos junto a vós a luz da Vossa face”.

Precisamos compreender e entender o que dizemos em toda Santa Missa e intensificarmos em oração aos nossos mortos.

Adquira todas as palestras do Encontro de Oração “Cura da Árvore Genealógica”  com Pe. Tadeu Hermes pelo telefone (41) 3091-1370.

Conheça nossa Casa de Evangelização:
Avenida Marechal Floriano Peixoto 4809 – Vila Hauer –

Acompanhe a programação semanal pela rádio Canção Nova AM1370.

Deus abençoe!

O Perdão de Deus inaugura a cura.

O nosso processo de cura inicia quando nos decidimos à amizade do Senhor que ocorre quando nosso pecado é arrependido e confessado. Um pecado perdoado por Deus é um pecado esquecido por Ele. Quando reconheço o pecado e me arrependo Deus faz a sua obra, perdoa e nos purifica. Um pecado tratado é um pecado solucionado, por outro lado, um pecado não tratado é um pecado à espera de uma graça.

Salmista Davi clama a Deus dizendo“Sarai-me, pois pequei contra vós” (Sl 102-103) e “Deus perdoe as nossas faltas e sara as nossas enfermidades”. Esses dois versículos nos mostram que o perdão de Deus inaugura a cura.

Deus nos cura a partir do momento em que nossos pecados forem perdoados. Por isso precisamos buscar sempre o arrependimento e a confissão. Precisamos nos derramar a essa graça. Tribulação e angustia são resultados de quem toma atitudes ruins, pois como diz nas escrituras que “- o salário do pecado é a morte.” (Rm 6:23)

A abordagem da arvore genealógica trata as consequências dos erros de nossas famílias, porém nós somos responsáveis pelos nossos pecados, não devemos colocar a culpa de nossos erros aos nossos antepassados.

Quando sabemos o que é pecado e insistimos no erro, infelizmente colheremos as consequências. Precisamos buscar o caminho da cruz para a nossa santificação e não o caminho fácil e rápido por que dessa forma corremos o risco de cair em alguma cilada do pecado.

Adquira todas as palestras do Encontro de Oração “Cura da Árvore Genealógica”  com Pe. Tadeu Hermes pelo telefone (41) 3091-1370.

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Deus abençoe!

Iniciamos nosso encontro de Oração com louvor e pregação do Pe. Jorge Tadeu Hermes pedindo pela cura da árvore genealógica.

Deus nos criou desde sempre no amor e na benção. O Medo, o ódio, a dor e a traição só vieram ao mundo devido ao pecado original cometido por nossos antepassados Adão e Eva.

Na palavra de Deus em (Romanos, 5-12), fala que foi a partir do pecado que foi cometido pelo primeiro homem gerou a morte, esse pecado original marcou todos os humanos, é por isso que o pecado entrou no mundo.

O pecado e o sofrimento podem nos atingir de diversas formas. A primeira seria por motivo pessoal, gerado pela própria culpa através de vícios, escolhas erradas na vida. O segundo é ocasionado pela culpa dos outros impulsionados pelas mentiras, injustiças, roubos e o assassinato. A terceira ocasião são pelos sofrimentos por fenômenos naturais como chuvas, terramotos, secas. O quarto é pelo limites e ciclo de vida humano como idade, cansaço, doenças, desgaste e a morte. O quinto modo seriam por situações sociais como uerras, acontecimentos políticos, desemprego, injustiças e a desigualdade social. Uma sexta forma pode gerar o sofrimento: histórico familiar, problemas hereditários romanos e o suicídio.

Em nossa carga genética são comunicadas características ancestrais”

Nós trazemos características, físicas, sociais e espirituais de nossos avós, bisavós, pais. Uma longa história por trás de nossas vidas. Muitas vezes estamos tratando o mal mas sem se preocupar com as origens. É necessário tratar a raiz dos problemas e não somente podar superficialmente, descobrindo desta forma, onde está o nó dos problemas.

Precisamos trabalhar com nossa árvore genealógica em 4 áreas. A primeira é o tratamento do pecado da nossa história. Como tratamento precisamos renunciar nossos pecados e realizar um ato de fé e decisão para com Deus. Segundo o ocultismo, terceiro a história das maldições da família e para finalizar a necessidade de rezar pelos falecidos.

A oração de cura da árvore genealógica não pode ser resposta fácil ou simplista quando não encontramos resposta para os problemas. Não significa também jogar a culpa dos problemas para os os antepassados, como se fosse a culpa deles. Todos nós temos a responsabilidade individual perante nossa história, temos a liberdade, memória, entendimento, vontade e capacidade de decidir o que queremos para a vida. Não somos resultados do que os outros fizeram ou fomos programados pra ser infeliz. Não existe espaço para crenças “carmas”, “reencarnação” – uma dívida que se passa de geração em geração – na fé cristã. Não existe esse tipo de crença, não tratamos “vidas passadas” pois, nascemos para a ressurreição, não nascemos de novo e não voltaremos depois da morte. Nascemos amados e abençoados por Deus. E por último precisamos ter fé em Jesus Cristo pois Ele é capaz de reescrever a história mas é imprescindível acreditar na mudança da maldição em benção, morte em vida.

Adquira todas as palestras do Encontro de Oração “Cura da Árvore Genealógica”  com Pe. Tadeu Hermes pelo telefone (41) 3091-1370.

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Deus abençoe!

Não jogue fora suas lágrimas – Pe. Jorge Tadeu Hermes

Neste final de semana acontece aqui na Casa de Evangelização da Canção Nova em Curitiba o encontro de oração com padre Jorge Tadeu Hermes com o tema;  Não jogue fora suas lágrimas que é título do seu livro.

Acompanhe a cobertura deste evento ao vivo pela Twitcam.

Clique aqui e assista todas os vídeos das  pregações do dia de hoje.

Programação –  Domingo
08h30 –  Animação
09h00 –  Adoração: Pe. Jorge Tadeu Hermes
10h20 – Benção do Santíssimo
10h30 – Promoção/ Intervalo
11h00 – Animação
11h30 – Pregação: Pe. Jorge Tadeu Hermes
12h20 – Oração
12h30 –  Promoção e Intervalo p/ Almoço
14:30 – Missa : Pe. Jorge Tadeu Hermes
16:00 – Encerramento

Curta mais fotos do encontro #naojogueforasuaslagrimas aqui na nossa pagina no Facebook

Conheça aqui um pouco sobre o livro que é tema do nosso encontro.

Que fazer para não sofrer em vão? Como fazer nossas lágrimas benditas? Como converter chagas em canais de cura para nós e para os outros?

NÃO JOGUE FORA SUAS LÁGRIMAS não é simplesmente mais um livro sobre o sofrimento.

O enfoque apresentado neste livro traz revelações importantissimas, que inspirarão o leitor a fazer o itinerário de crescimento interior e de amadurecimento, que o capacitarão a ser um eficiente canal de cura nas mãos de Deus.

Endereçado a todas as pessoas, particularmente aos que estão sofrendo e aos que sinceramente querem servir a Deus, este livro não pode deixar de ser lido.

Durante o evento esta contecendo também o Cerco de Jericó onde adoramos Jesus durante 7 dias  rezando o rosário.

Voce que é de Curitiba e região e convidado e viver estes momentos conosco.

Confira nosso endereço aqui em baixo.

Canção Nova Curitiba

Av. Marechal Floriano Peixoto – 4809
Vila Hauer – Curitiba – Paraná
Fone: (41) 3091 1370

Clique aqui e saiba mais detalhes da Agenda deste mês.


Pecar significa “errar o alvo”. Por isso, é feliz o homem que não errou o caminho, ou seja, que não se perdeu. Ninguém que peca é feliz porque ninguém que se perde consegue ser feliz.

A palavra de Deus, portanto, vem para nos afastar da perdição. Os mandamentos do Senhor não vem a nós por mera obediência de nossa parte, mas sim para nos iluminar e levar a acertos concretos.

Deus coloca diante de nós dois caminhos: a vida ou a morte, ou seja, a benção ou a maldição. Quem opta por obedecer a Deus e permanecer na vida e na benção, esse há de ser feliz. Deus nos fez livres para fazermos escolhas na vida. No entanto, as escolhas precisam ser corretas, uma vez que na vida não temos ensaio. O que aconteceu, aconteceu. Diz a frase que “viver é desenhar sem borracha”.

Jesus, porém, veio para apagar nossos erros, ou seja, nossos pecados. Quando aceitamos a Jesus, acontece o que a Bíblia chama de “novo nascimento”. Nossos erros aconteceram, mas foram perdoados por Deus, em Jesus Cristo. Os rabiscos foram feitos, mas em Cristo todas as coisas se tornam proveitosas e boas.

Pedir a Deus perdão pelos pecados significa mudar o alvo, mudar o foco. Somente buscando a luz de Deus é que pode o homem ser feliz.

“Naqueles dias, havia de novo uma grande multidão e não tinha o que comer. Jesus chamou os discípulos e disse: “Tenho compaixão dessa multidão, porque já faz três dias que está comigo e não têm nada para comer. Se eu os mandar para casa sem comer, vão desmaiar pelo caminho, porque muitos deles vieram de longe”.
Os discípulos disseram: “Como poderia alguém saciá-los de pão aqui no deserto?” Jesus perguntou-lhes: “Quantos pães tendes?” Eles responderam: “Sete”.
Jesus mandou que a multidão se sentasse no chão. Depois, pegou os sete pães, e deu graças, partiu-os e ia dando aos seus discípulos, para que o distribuíssem. E eles os distribuíram ao povo.
Tinham também alguns peixinhos. Depois de pronunciar a bênção sobre eles, mandou que os distribuíssem também. Comeram e ficaram satisfeitos, e recolheram sete cestos com os pedaços que sobraram. Eram quatro mil, mais ou menos. E Jesus os despediu. Subindo logo na barca com seus discípulos, Jesus foi para a região de Dalmanuta”. (Mc 8, 1-10)

Não pode passar fome aquele que está ao lado do pão da vida. Jesus é o pão vivo, que nos sustenta com todos os pães necessários para nossa felicidade e salvação, isto é, o pão da palavra, da eucaristia, mas também o pão necessário para nosso sustento físico.

No pão da eucaristia, ou seja, na nossa comunhão com o corpo e o sangue de Jesus, estamos unidos perfeitamente a Ele. É, portanto, o contato íntimo e vivo com o Senhor.

Na Eucaristia, mais do que tocarmos em Jesus, Ele mesmo nos toca, curando e libertando. Trata-se de um encontro e contato pessoal com Jesus Cristo.

Quanto mais nos aproximamos de Jesus, mais desejamos receber Jesus Cristo na eucaristia.

O sangue de Jesus, que nos lavou de todos os pecados, continua jorrando sobre cada um de nós, a cada eucaristia. O corpo de Cristo, que carregou nossos pecados, continua a nos libertar dos fardos vindos dos nossos pecados, em cada missa,

“A eucaristia contém o maior poder de saúde de todos os sacramentos. Nela, os pecados são lavados, as virtudes crescem, e a alma é alimentada e plenificada com a abundância de todos os dons espirituais. A eucaristia é um banquete de delícias espirituais” (São Tomás de Aquino)

“Quem come minha carne e bebe meu sangue tem a vida eterna e eu o ressuscitarei no último dia”. (Jo 6,54)

Na eucaristia, todos nós recebemos o mesmo corpo e o mesmo sangue, mas nem todos recebemos as mesmas graças. A ação do Senhor em nós, pela eucaristia, depende da disposição e preparo de cada um para recebê-la.

“Pela quarta vigília da noite, Jesus veio a eles, caminhando sobre o mar. Quando os discípulos o perceberam caminhando sobre as águas, ficaram com medo: É um fantasma! disseram eles, soltando gritos de terror. Mas Jesus logo lhes disse: Tranqüilizai-vos, sou eu. Não tenhais medo!” (Mt 14, 25-27)

O segredo das nossas forças está na união com Deus. Assim como Jesus se retirou para a montanha para estar na presença de Deus, é nosso dever, como cristãos, retirarmo-nos para a oração pessoal.

“Pedro tomou a palavra e falou: Senhor, se és tu, manda-me ir sobre as águas até junto de ti! Ele disse-lhe: Vem! Pedro saiu da barca e caminhava sobre as águas ao encontro de Jesus. Mas, redobrando a violência do vento, teve medo e, começando a afundar, gritou: Senhor, salva-me! No mesmo instante, Jesus estendeu-lhe a mão, segurou-o e lhe disse: Homem de pouca fé, por que duvidaste? Quando os discípulos o perceberam caminhando sobre as águas, ficaram com medo: É um fantasma! disseram eles, soltando gritos de terror. Mas Jesus logo lhes disse: Tranqüilizai-vos, sou eu. Não tenhais medo! Pedro tomou a palavra e falou: Senhor, se és tu, manda-me ir sobre as águas até junto de ti! Ele disse-lhe: Vem! Pedro saiu da barca e caminhava sobre as águas ao encontro de Jesus. Mas, redobrando a violência do vento, teve medo e, começando a afundar, gritou: Senhor, salva-me! No mesmo instante, Jesus estendeu-lhe a mão, segurou-o e lhe disse: Homem de pouca fé, por que duvidaste Apenas tinham subido para a barca, o vento cessou. Então aqueles que estavam na barca prostraram-se diante dele e disseram: Tu és verdadeiramente o Filho de Deus”. (Mt 14, 28-33)

Quando estamos em meio às tempestades e as dificuldades da vida e recebemos a visita do Senhor, muitas vezes brota em nossos corações o medo e a desconfiança. Será mesmo o Senhor a nos visitar? Da mesma forma que os apóstolos sentiram medo, nós também sentimos. Mas o Senhor nos tranquiliza, dizendo-nos: “Tranquilizai-vos, sou eu. Não tenhais medo!”

Hoje o Senhor vem nos tranquilizar. Basta que confiemos que Ele está conosco.

Ainda que o mar de sua esteja agitado e todas as coisas tenham se revirado. Jesus sopra sobre nós um sopro de paz em meio a agitação. A primeira palavra que sai da boca de Jesus é uma palavra de paz. É presença amorosa e fiel de Jesus trazendo a tranquilidade no meio de um mar agitado. Qualquer voz que não traga paz não é voz de Deus, pois a marca da voz divina é a paz.

Pedro, desconfiado como qualquer um de nós, pede ao Senhor para caminhar sobre as águas ao seu encontro. Jesus responde com um convite: “Vem!” A fé de Pedro foi responsável por responder ao chamado de Jesus. É Jesus quem nos chama. Mesmo nas dificuldades e nas lágrimas, quando a voz é do Senhor e, pela fé, decidimos obedecer seu chamado, caminhamos. O chamado do Senhor nos agracia e nos capacita a andar sobre as águas.

Cinco lições de Pedro

1- Ir a Jesus.

Pedro não nos ensina a arte de andar sobre as águas, mas de ir ao encontro de Jesus pela força da fé. Aprendemos, portanto, que em Jesus, somos capazes de caminhar sobre as águas, mesmo em meio às tormentas.

2- É preciso abandonar as seguranças pessoais.

Por causa do chamado de Jesus, Pedro abandona o barco, sua principal garantia de segurança em meio a um mar agitado e perigos, para seguir ao Senhor.

3- Não deixar de olhar para Jesus.

O discípulo somente caminha se não olhar para as pernas, ou seja, para as próprias capacidades. O discípulo vence as dificuldades olhando somente para o Senhor.

4- Orar.

Quando Pedro estava afundando, ele disse: Senhor, salva-me. No meio do mar agitado Pedro, o clamor de Pedro é uma poderosa oração. Ele reconhece que somente Jesus seria capaz de salvá-lo naquela dificuldade. A oração cristã é uma oração centrada no Senhorio de Jesus Cristo!

5 – Pedro nos ensina que precisamos ser salvos por Jesus.

Pedro era um bom nadador e um bom pescador. Mas naquele momento de fragilidade, reconheceu que precisava da ajuda de alguém maior. Nós necessitamos de um salvador, e precisamos ser humildes para reconhecer.

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